quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Acautelai-vos da Globanização - A história se repete.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
HETEROFOBIA

Heteros do meu Brasil, vamos para as ruas exigir nosso direito de sermos normais e que ser normal é ser hetero e que ser hetero é divino.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
PRESOS, PORÉM LIVRES

quarta-feira, 28 de julho de 2010
FIM

sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Pedófilos da Fé

Essa é a definição de pedofilia encontrada no Wikipédia. E se existe um assunto que está sendo muito mostrado e discutido na midia esse assunto é o da Pedofilia. Estão sendo descoberto e mostrados muitos casos de pedofilia no Brasil. Campanhas estão sendo feitas para denunciar essa perversão e mal que tem se mostrado ser tão comum no cotidiano de muitos crianças e adolescentes. A pedofilia é a perversão moral de uma sociedade sem Deus.
Mas, o que podemos falar de uma outra espécie de pedofilia que também é mostrada na TV, internet e tanto outros meios de comunicação que é a que eu tomo a liberdade de chamar de “Pedofilia da Fé”. Esse tipo de pedofilia é a perversão não só moral, mas principalmente espiritual. Perversão essa praticada por aqueles que um dia conheceram a verdade, mas a transformaram em libertinagem, são terra que absorve a água da chuva e não produz nada além de espinhos. (Hb 6)
São pedófilos pelo fato de se aproveitarem dos pequenos na fé, de pessoas que estão ainda nos primeiros passos da fé, algumas até que estão a muito tempo junto com outros cristãos caminhando, mas que ainda desconhecem a razão da sua fé, crianças espirituais, pessoas que ainda se alimentam de leite espiritual e que deveriam já estarem se alimentando de alimento sólido. Esses pedófilos entram pelas casas através de vários meios com jeito manso e humilde de ovelhas, com jeito terno de pastores, mas são lobos pedófilos, apascentadores de seus prazeres desmedidos.
Essa pedofilia corre solta com ar de piedade, chegam devagar conquistando a confiança da “criança”, parece amigo do “Pai” do neófito e essa falsa aparência ajuda a conquistar a confiança e quando consegue começa os “abusos”, tirando toda a pureza e ingenuidade dos “pequenos”. Ai desses que fazem um dos pequenos do Senhor se desviar, nem que amarrassem uma pedra no pescoço e se precipitassem no abismo adiantaria! Com seus abusos afastam mais e mais esses pequenos do “Pai” e coloca neles uma consciência reprovável pelo Senhor, consciência essa com aparência de boa, agradável, mas que de perfeita só na mente reprovável deles.
Esses pedófilos também precisam ser denunciados, exploradores da fé e da boa fé de “crianças” que ainda não sabem como se defender. “Crianças” já tão machucadas pela vida e que hoje procuram abrigo de baixo das asas do Pai, consolo Naquele que deu a vida por nós, esperança em uma vida melhor não só aqui, mas num futuro com Aquele que os amou. Essas “crianças” não merecem sofrer essa covardia e violência feita por homens que só pensam em si mesmos e em satisfazer seus egos e desejos desenfreados. Oferecem coisas com aparência de boa, mas só o nosso Pai sabe o que é bom prra nós.
Acautelai-vos dos pedófilos da fé! Não deixe que eles toquem na sua “intimidade” com o Pai e tirem a pureza da sua fé. Nós não estamos jogados ao léu, nós não somos e nem estamos órfãos, temos um Pai ao qual podemos invocar no momento da dificuldade e nos achegarmos a Ele e lançar sobre Ele tudo aquilo nos faz sentir sobrecarregados.
Bendito é o nome Daquele que nos protege dos abusos, nos chama para irmos até Ele para nos dar o amor de Pai, puro, perfeito e sem mácula.
Graça e Paz
terça-feira, 28 de julho de 2009
Quanto Vale o $how?

"Que é a verdade?, perguntou Pilatos. Ele disse isso e saiu novamente para onde estavam os judeus, e disse: Não acho nele motivo algum de acusação.” Jo 18:38
As perguntas é que movem o mundo e não as respostas. E não custa nada perguntar não é verdade? Quem pergunta quer saber, quer aprender, quer conhecer. Existem perguntas que são dificeis de se responder, outras talvez nunca tenham respostas e algumas tem resposta, mas poucos estão dispostos a dar, porque não vão ganhar nada com isso, talvez até percam.
Neste texto citado a cima tinha um show formado com palco e tudo, publico alvorossado e ansioso para o inicio do espetáculo. O preço do show era o sangue de um inocente. E quem pagou por esse show foi o personagem do espetáculo, fizeram dele um espetáculo e ele pagou com seu próprio sangue. Os que se divertiam com seu sangue era os seus, mas o que lhe perguntou – “Que é a verdade?” – Não era um do seus e tentava compreender porque os seus o escarnecia.
E depois de tanto séculos, voltamos a ver o espetáculo se formar novamente, um show de pirotecnia, luzes, câmeras, publico alvorossado...mas quanto custa o show? Quanto vale tudo isso? Quanto vale a dor? Quanto vale o amor? – E ainda hoje os que não são seus perguntam: Que é a verdade? Hein? Que é a verdade se nem os que dizem ser seus parecem saber? Nos entregam você com a imagem de um ladrão, como alguém que só se interessa pelo o que podemos dar ou pelo o que nós temos! Esse tipo de ladrão já tem aos montes em nosso meio! – Diria os Pilatos de hoje.
O amor com amor não se paga mais. Amor é peça rara e de grande valor e estima, se fabrica pouco nos dias de hoje, a procura está grande, por isso os preços elevados do verdadeiro amor, aí alguns que tem pouco pra pagar compram o genérico.
Que é a verdade? A verdade é que ele nunca foi ladrão, ele não era culpado de nada, mas se fez culpado pelos seus, mas os seus não o reconheceram. A verdade é que todos os que o receberam e ainda o recebem são feitos filhos de Deus.
Pagaram pra mentir naquela época sobre sua ressurreição, pagaram para o fazer calar, mas seu sangue fala melhor do que o de Abel. Hoje se paga e se gasta tanto dizendo que é para fazer com que ele fale, mas a verdade é que continuam tentando o calar.
Parece que hoje tudo se tem um preço acessível para que possamos comprar, tudo que cabe direitinho no seu bolso. Compra-se ajuda, compra-se destino, compra-se futuro, compra-se...compra-se...enquanto que o principal já foi pago, mas ninguém se importa muito com isso, pra que se preocupar com isso não é? Já tem gente sendo paga pra resolver isso pra mim. Crucifica-o! Crucifica-o! E solte barrabás!
“Quanto vale o show? Quanto vale o amor? Quanto vale então fazer das tripas coração?Quanto vale o som? Quanto vale a dor? Quanto vale a culpa e um pouquinho de atenção? - ¿Por qué no te callas?"
“Quem creu em nossa mensagem? E a quem foi revelado o braço do Senhor?” Is 53:1
Àquele que pagou e perdoou todas as nossas dívidas porque sabia que não podíamos pagar, e que nos deixou uma só divida, a saber, o amor uns pelos outros, para Ele são todos as coisas.
Graça e Paz
terça-feira, 16 de junho de 2009
O Verdadeiro Caminho

É engraçado como todos os dias somos surpreendidos por uma novidade, as pessoas parecem que não conseguem viver sem novidade, talvez haja alguma necessidade intrínseca em nós de desejar sempre uma novidade a cada dia, ou a cada momento da vida. Mas mesmo com essa variedade toda de novidades a vida de muitos na muda, apesar de uma infinidades de caminhos que nos apontam e apesar de uma adversidade de verdades sendo descobertas, a vida permanece do mesmo jeito, com as mesmas crises, os mesmos complexos, na mesma situação degradante, não evolui.
Vivemos hoje uma fase interessante no que chamamos de evangelho. Antigamente só se falava em ‘’O Caminho’’, hoje já existem vários caminhos, é caminho disso, caminho daquilo, caminho pra cá, caminha pra lá, caminho acolá...é tanto caminho que corremos um sério risco de perdemos o rota e ficarmos fora do verdadeiro Caminho. E cada caminho desse que tem sido vendido por aí a preço de banana, apesar que o lote da banana custa menos, nos são apresentadas uma variedade de “verdades”. São verdades para todos os gostos e paladares, porque você conhece a máxima – o freguês sempre tem a razão – então cada um pega a verdade que lhe apraz e vai viver a vida (aquela que não evolui nunca) e vai vivendo, ou pelo menos achando que está vivendo.
Às vezes sou assaltado por uma nostalgia de coisas que não vivi, mas que via e ouvia falar, histórias de pessoas simples que viviam sem rumo e sem saber a verdade e que um dia no meio desse caminho confuso em que viviam receberam Vida. Mas não uma vida qualquer, uma vida que evolui, que cresce, que aparece e que se torna até difícil de esconder, porque ela brilha mais que o sol, brilha tanto que se torna impossível de contê-la. O verdadeiro Caminho é aquele que nos faz como a luz da aurora, nos faz deixar de ser noite, para nos transformar em dia perfeito, faz das nossas trevas nascerem à perfeita luz. Essa é a vida que evolui por um caminho que leva a única verdade.
Mas hoje o que vemos é que a luz que muitos procuram é a dos holofotes da fama, do reconhecimento, dos tapinhas nas costas, dos elogios. Hoje a luz tem que me fazer aparecer e não mais me fazer sumir para que a Verdade seja vista, O Caminho desvendado e a Vida transformada. Porém parece que nossa luz virou densas trevas. Hoje tudo é graça, mas nada mais é de graça, é tanta graça que acaba não tendo a menor graça, porque os que riem não sabem que estão rindo da sua própria desgraça e os que não encontram motivo de graça nisso tudo só lhes resta chorar.
Ah que saudade daquela vida feliz que não vivi, mas vi e que não precisava de estimulantes. Ah que saudade do tempo que Te conhecia de ouvir falar Senhor, porque hoje está difícil saber qual é o caminho que devemos ir para Contigo andar.
O consolo é que nem tudo está perdido, porque não estamos sós e nem desamparados nessa vida de tantas verdades e caminhos, tantas rotas e graças sem graça, porque Jesus nos mostrou o caminho e nos deixou O guia que nos conduziria pelo Caminho e nos faria conhecer toda Verdade e que seria o nosso condutor para a Vida.
O ditado que diz que todos os caminhos levam a Deus é uma verdade, mas O caminho que nos leva a viver para sempre com Deus é A verdade e essa Verdade se fez carne, andou no meio de nós, foi feito por Deus O Caminho, A Verdade e A Vida, para que para Ele, por Ele e por meio Dele nossas vidas sejam para a glória, a honra, o louvor e o poder de Deus e seja notório a todos o amor, a justiça, a misericórdia, a bondade e as obras que Deus realiza todos os dias para que todos vejam e saibam que Ele é Senhor.
É assim que se cresce em graça, é assim que se caminha em graça, é assim que se vive em graça e novidade de vida, andando nas pisadas de Jesus, prosseguindo no Caminho que é Ele, vivendo a Verdade que é Ele e vivendo a Vida que é Dele e viver como Ele viveu – Em relacionamento de obediência a Deus.
Esse é o verdadeiro Caminho.
Prosseguindo para Aquele que é O alvo, retendo o que é bom, perfeito e agradável a Deus.
Graça e Paz
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Aprendendo e Apreendendo

Mais um ano de aprendizado, procurando estar aprovado e mantendo-me sóbrio para não perder o alvo.
Essa é uma frase minha que nasceu de uma reflexão sobre minha vida nesse dia que comemoro mais um ano de vida. No Salmo 90:12 o salmista Moisés pede ao Senhor que o ensine a contar os seus dias, e é algo bom para se meditar.
Como eu tenho contado os meus dias? Será que nesse mais um ano de “aprendizado” eu realmente “aprendi” e “apreendi” algo? Não estou falando de aprender e apreender conhecimento para viver nesse mundo tão somente, mas para viver para Deus e por Deus nesse mundo. Deus sempre está nos ensinando a contar nossos dias, mas quase sempre perdemos as contas e não sabemos onde paramos. Vivemos nossas vidas voltando a contar tudo de novo porque algo tirou nossas atenções da contagem e Deus como uma pedagogo e professor paciente e amoroso volta a nos ensinar tudo desde o inicio. Deus é assim, para nos ensinar Ele nos leva sempre ao inicio de todo aprendizado que realizou em nossas vidas, Ele trás de volta a memória aquilo que só Ele sabe que pode nos dar esperança para prosseguirmos no aprendizado da contagem dos nossos dias.
Aprendi e apreendi que o Senhor não contabiliza o tempo no qual paramos de contar, porque esses dias contamos sozinhos, sem a ajuda de Deus, contamos independente do seu Espírito Santo, contabilizando problemas, mazelas, pecados, jugos e tantas outras coisas que quando estamos sobrecarregados despertamos e percebemos que paramos de aprender a contar nossos dias com Deus.
Podemos aprender com os erros? Sim. Mas se a vida é uma escola e aprendemos errando, todo ano então teremos que repetir aquela matéria que não apreendemos naquele ano. O erro nos leva a não sair do lugar e não saímos do lugar até que aprendamos e apreendamos com Deus a contar os nossos dias. Porque quando deixamos Deus nos ensinar a contar nossos dias o aprendizado e o “apreendizado” é paulatino, constante e progressivo. Não paramos nunca de contar, não paramos nunca de aprender e apreender. E esse ensino tem a finalidade de nos formar pessoas sábias. Quando aprendemos com Deus a contar nossos dias aprendemos a temer o Senhor.
Quando olho para a minha vida vejo o quanto contabilizei com Deus e quanto contabilizei sozinho e chego a uma conclusão: Preciso me manter sóbrio para não perder o alvo do aprendizado, para estar sempre aprovado e assim poder sempre chegar a mais um ano de um proveitoso aprendizado.
Que possamos sempre todos os nossos dias estarmos sendo ensinados por Deus a contar os nossos dias.
Graça e Paz
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Jesus: Salva-Vidas ou Salvador?

“Por que vocês me chamam Senhor, Senhor e não fazem o que eu digo? Eu lhes mostrarei com quem se compara aquele que vem a mim, ouve as minhas palavras e as pratica. É como um homem que, ao construir uma casa, cavou fundo e colocou os alicerces na rocha. Quando veio a inundação, a torrente deu contra aquela casa, mas não a conseguiu abalar, porque estava bem construída. Mas aquele que ouve as minhas palavras e não as pratica, é como um homem que construiu uma casa sobre o chão, sem alicerces. No momento que a torrente deu contra aquela casa, ela caiu, e a sua destruição foi completa.” Lc 6: 46-49
Sabemos a função do salva-vidas. É a pessoa que tem o escopo de evitar afogamentos e assim preservar a vida de quem se vê envolvido em uma situação crítica no mar, em rios ou piscinas.
São aqueles homens que estão sempre prontos e preparados para salvar banhistas nas praias que se encontram em perigo de afogamento. Tá se afogando ou viu alguém se afogando faça sinal para o salva-vidas que ele vai lá te socorrer quantas vezes for necessário, porque ele tá lá pra isso, pra zelar por você na sua falta de cuidado consigo mesmo.
O banhista, na teoria, deveria ficar atento as ordens e orientações dadas pelos salva-vidas sobre o perigo do mar e obedecê-los, mas na prática sabemos que não é assim que funciona.
E se pararmos para olhar honestamente para nossas próprias vidas e de outros irmãos, veremos que estamos tratando o Espírito Santo com um Salva-Vidas. Não temos cuidado nenhum com nossa própria vida espiritual, fazemos o que bem entendemos, passamos muitas vezes por cima de ordens e orientações do Espírito Santo para nós, e quando de repente, como conseqüência natural de tudo isso, começamos nos afogar em nossa desobediência e independência de Deus, aí nos lembramos que temos um Salva-Vidas para nos socorrer.
Essa é uma visão que naturalmente o mundo tem de Jesus e muitos de nós, crentes em Jesus Cristo, também temos essa visão, mas por vezes disfarçada dentro de nós.
No texto citado a cima, Jesus relata que muitos o chamavam de Senhor, que é o mesmo que chama-lo de “Dono”, alguém a quem um individuo deve obediência, respeito e submissão. Só que Jesus mostra que mesmo que esses declarem com seus lábios que Jesus é Senhor para eles, não basta só declarar. Essa declaração não é suficiente para Deus. Para que essa declaração surta efeito para Jesus é necessário acontecer o que o texto relata.
Só tem Jesus como Senhor da sua vida aquele que entende que necessita do senhorio de Cristo em sua vida para que não morra afogado.
O segundo ponto é: Ouvir a sua palavra.
Se entendemos que o senhorio dEle pras nossas vidas são primordiais e isso nos move até Ele, isso significa que esperamos ouvir algo que nos soe como ordens e orientações para o bom andamento das nossas vidas diante de Deus. Para ouvir a palavra de Deus tem que haver de nossa parte a disposição de querer ter intimidade, relacionamento, a proximidade, interesse em ouvir como a coisa mais importante do mundo.
E a terceira coisa é e não menos importante: e as praticar.
Não basta só ouvir, é necessário reter e por em prática. É aí que se consolida o senhorio de Cristo na vida daquele que vai até Jesus, ouve suas palavras e as pratica.
Não praticamos nada que não tenhamos ouvido e retido e também não praticamos nada que não acreditamos. Se não praticamos é por que provavelmente damos pouco ou nenhum crédito aquilo.
Jesus não quer ser Salva-Vidas em nossas vidas. O Seu desejo não é viver num dever só de salvar-nos de afogamentos gerados por freqüentes afogamentos gerados por desobediências as suas ordens e orientações de vida. Esse tipo de dever só gera relacionamento casual e não relacionamento completo, duradouro e pleno.
Jesus quer realizar um salvamento só na nossa vida. Ele deseja salvar o homem da dor eterna que é viver longe do Pai. Ele quer se tornar seu “SALVA-DOR.” Jesus deseja salvar o homem de toda dor que esse mundo proporciona. Isso não significa que as dores vão deixar de existir, mas elas não terão mais o efeito que tinham antes. Todo o domínio que a dor tinha sobre nós passará. A dor do pecado, da injustiça, das doenças, do julgo de satanás e da separação de Deus Ele levou sobre si, para que Ele pudesse se tornar nosso SALVADOR.
Depois que Jesus salva o homem, as outras coisas não passam de ensinamentos para o nosso crescimento e aperfeiçoamento.
Nós, no meio de uma multidão, mas sem Jesus, estamos sós. Sozinhos, trancados num quarto, mas tendo Jesus, nunca estaremos sozinhos, mas a sós com Ele.
Jesus quer nos salvar dessa dor que é estar separados do Pai.
Pare de esperar, vá até Ele.
Graça e Paz
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
A verdadeira Paz e a verdadeira Felicidade

“Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo. Vocês me ouviram dizer: Vou, mas volto para vocês.”
João 14:27
Que paz é essa que Jesus tinha se vivia sendo ameaçado de morte, sabia que homens conspiravam o tempo todo contra ele maquinando o seu mal? Que paz é essa que mesmo sabendo que um dos 12 que andava com ele a qualquer momento poderia o entregar por dinheiro? Como um homem que em determinado momento recebe a revelação do Pai que iria morrer como ladrão em uma cruz injustamente, ser abandonado por seus amigos no momento que mais precisaria e ainda traído por um e negado por outro, como esse homem consegue ainda ter paz? Com certeza essa paz o mundo não a pode dar, porque essa paz que Jesus está falando não é essa paz popular que tanto ouvimos falar que o mundo espera e nunca alcança. Essa paz que Jesus quer nos dar é uma paz gerada em sua morte e consumada em sua ressurreição. Essa paz é a paz que excede todo entendimento humano. Essa paz é a reconciliação feita pelo Sangue de Jesus entre nós e Deus. O sangue de Jesus faz eu ser um novamente com o Pai, o sangue de Jesus reconstrói a amizade entre o homem caído, o homem destituído da graça de Deus e Deus, seu Pai, Criador e Senhor. É dessa paz que o mundo precisa. Porque hoje, o mundo, inconsciente e conscientemente escolhe viver em guerra com Deus se mantendo como inimigos de Deus. Escolhendo fazer as suas próprias vontades que são independentes da vontade de Deus fazendo assim um mundo onde o homem não aceita que Deus mande, mas que no mínimo obedeça e sirva bem aos desejos humanos. E esse mundo tem como deus o diabo, lúcifer, satanás; que para satisfazer os seus desejos mentirosos, desperta no homem caído e escravo do seu poder, as mais variadas formas de cobiça, ganância e desejos desequilibrados e desmedidos. Tudo isso em nome da tão sonhada FELICIDADE. A verdadeira paz está em Cristo Jesus porque ele não a dá como o mundo a dá e se Ele não a dá como o mundo a dá, significa que ela nunca foi experimentada antes por nenhum homem se ele não chegou até a Cristo e pediu essa paz.
Felicidade é outra coisa que o mundo busca.
“Todos os dias do oprimido são maus, mas o coração alegre é um banquete contínuo.” Provérbios 15:15
“Se é somente para esta vida que temos esperança em Cristo, somos, de todos os homens, os mais miseráveis.” I Corintios 15:19
A felicidade do homem está ligada à esperança que ele tem de futuro pra sua vida, esperança de futuro está ligada a projetos. Felicidade é um projeto que a humanidade tem desejo de alcançar, mas nuca alcança. Condicionam a felicidade a ter coisas, ou ser alguma coisa e quando alcançam esses projetos rasos, chegam a conclusão que não alcançaram a felicidade. Porque? Porque a felicidade do homem não consiste em ter, ou ser algo para este mundo. Tenha projetos e sonhos, mas não os condicione a esse mundo perecível, porque é provável que seus sonhos e projetos pereçam junto com este mundo, mundo este que tem prazo de validade.
A felicidade se manifesta no coração alegre que se firma na certeza que sua esperança está depositada onde ladrão não pode roubar e nem traça corroer o seu depósito diário guardado em Deus e não neste mundo egoísta e individualista, onde o que vence é o mais forte, o melhor é o que fica em primeiro, onde os donos do mundo são os espertos, onde os fracos não tem vez, o segundo colocado não significa nada e os bobos só servem pra piada. Esse mundo é composto de aparência, pra se viver nele você precisa fingir que é igual a ele, porque se você tentar ser você mesmo, você não serve, você é diferente, você ta por fora.
É esse mundo que busca a felicidade no dinheiro, no sexo desenfreado e no poder que satisfazem todos os desejos do seu deus que é a riqueza, a luxúria e o diabo. Esse mundo a cada dia que passa se torna um lugar menos propicio para a convivência amigável entre o verdadeiro Deus e o homem, pois a humanidade tem procurado criar um mundo onde ela não precise do verdadeiro Deus, mas precise somente do seu deus, criado por eles mesmo, segundo seus próprios desejos e deleites.
Quer viver a verdadeira paz e felicidade?
“Entrega o teu caminho ao Senhor, confie nele e o mais ele fará.” Salmo 37:35
“Seja bendita a sua fonte! Alegre-se com a esposa da sua juventude. Gazela amorosa, corça graciosa; que os seios de sua esposa sempre o fartem de prazer, e sempre o embriaguem os carinhos dela. Por que, meu filho, ser desencaminhado pela mulher imoral? Por que abraçar o seio de uma leviana? O Senhor vê os caminhos do homem e examina todos os seus passos.” Provérbios 5: 18-21
Só assim poderemos entender porque Jesus estava tão feliz e tranqüilo diante da morte e de tudo que estava passando. Só assim podemos entender que paz é essa que ele deixa disponível a todos que se achegam a ele.
A nossa essência está em Deus, as respostas que precisamos está em Deus, tudo disponível em Cristo Jesus, então ... “Busquem o Senhor enquanto é possível achá-lo; clamem por ele enquanto está perto.”
Valeu mano. Espero ter te abençoado.
Paz
David
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Vaidade
O HIV é o vírus que causa a AIDS. Nem todos que têm o HIV têm AIDS, mas todos os que
têm AIDS têm o HIV. O HIV leva à AIDS quando o sistema imunológico fica tão fraco, que
o organismo contrai várias infecções, tais como a tuberculose e o cobreiro. Estas são chamadas
de “infecções oportunistas”, porque usam a oportunidade que o HIV oferece para infectar o
organismo. São estas e outras doenças que matam a pessoa, e não o HIV ou a AIDS. Enquanto parecia quieto lá na dele, parecia não gerar problemas maiores, mas quando algo desencadeou isso numa doença, ele iniciou processo de destruição.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Diferentes do Mundo ou Semelhantes a Cristo?

“Fomos chamados para sermos diferentes do mundo.” Essa é uma afirmativa muito comum feita por cristãos da modernidade. Isso está tão incrustado na mente das pessoas que esquecemos da verdade do evangelho que diz que fomos chamados para sermos santo como nosso Deus é santo, que devemos ser imitadores de Deus, semelhantes a Cristo Jesus e não diferentes do mundo.
Nesse texto destacado a cima quero chamar atenção para os discípulos referente a Jesus. Esse texto diz que eles só compreenderam o que Jesus falou só depois da ressurreição. Quando lemos a bíblia vemos como os discípulos tiveram dificuldade de compreender Jesus, mesmo estando com ele sempre, aprendendo dele sempre, não o compreendiam. Eram diferentes das pessoas do mundo daquela época, mas eram diferentes de Jesus também.
O que vemos hoje dentro das igrejas são pessoas diferentes do mundo, mas que também são diferentes de Jesus. Muitos que estão se convertendo hoje, na sua grande maioria, não experimentam conversão genuína, mas sim uma aceitação de mudança de postura referente as pessoas do mundo. Muitos têm vindo para a igreja pelo fato de estar na moda, ser legal, ser prazeroso, agradável, ter uma boa musica, uma boa aparência de bondade. Hoje ser “crente” é sinônimo de pessoa boazinha e próspera financeiramente, mas não compreenderam a verdadeira proposta do evangelho. E quando Jesus chega pra esses e apresenta a parte árdua do evangelho, eles acham duro o discurso.
“E qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo.” Lc 14:27
“Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me;” Mt 16:14
“Jesus, pois, lhes disse: Na verdade, na verdade vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos.” Jo 6:53
Os discípulos andavam com Jesus, mas pensavam nele como um rei terreno, viam Jesus algumas vezes da mesma forma que O mundo o via. Como um homem que veio para satisfazer desejos terrenos, interesses mundanos. Não conseguiam ver o Pai nele, não sabiam qual era o caminho que deviam O seguir. É assim que nos colocamos as vezes diante de Deus, andando com Deus num nível muito raso e terreno.
Não tenho que ser diferente do mundo, não tenho nada com o mundo, assim como Jesus disse que vinha o deus desse século e que Ele nada haver com ele, assim temos que ser. Não temos que nos preocupar com o mundo, mas sim em se parecer com Cristo. Não temos que procurar ser diferentes do mundo, mas sim em ser semelhantes a Cristo e deixar com que Jesus realize em nós a sua obra que nos faz diferentes do mundo e diferentes também desse estereotipo cristão estranho que criamos que nunca compreende nada do Reino de Deus.
Tenhamos como meta o “ser imitadores de Deus” e não o “ser diferentes do mundo”.
Graça e paz naquele que realiza e é tudo em todos.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Servos por Gratidão – Filhos por Graça

Quando leio com atenção e coração aberto esse texto viajo para o deserto onde Jesus foi tentado pelo diabo e quando penso no deserto no qual Jesus estava sendo tentado, porque o Espírito Santo o levou para esse fim, lembro-me do deserto no qual o povo de Israel passou 40 anos residindo e quando penso nisso tudo lembro que aquele povo era propriedade exclusiva de Deus e que Jesus estava no deserto na condição de Filho do Homem, mas também como Filho de Deus. E a palavra de Deus afirma que somos filhos de Deus em Cristo, sendo Ele, Jesus, o primogênito e nós nEle filhos de Deus.
Mas aqui eu quero tocar num ponto muito pertinente a esse assunto de filho e servo. O povo de Israel antes que fossem libertos da escravidão do Egito, nunca se rebelaram contra o rei do Egito, se submetiam totalmente a ele porque sabiam que se não agissem assim, seriam castigados e até mortos. Só que depois que foram libertos e foram levados ao deserto por Deus, eles começam a se considerar tão importantes que na primeira oportunidade que tiveram se rebelaram contra Deus. Trazendo isso para os dias de hoje, eu fico imaginando esse povo dizendo para Deus que eles não mereciam estar passando por aquilo no deserto porque afinal eles eram ou não eram povo exclusivo de Deus? Eram filhos do Deus Altíssimo, Dono do Ouro e da Prata. Não queriam ter com Deus menos do que tinham quando estavam no Egito escravizados. Queriam estar com Deus, mas não abriam mão das coisas que tinham no Egito, saíram do Egito, mas o Egito não havia saído de dentro deles. Fico imaginando eles jogando a Palavra em face de Deus cobrando cumprimento dela e exigindo de Deus explicações do porque eles terem que passar por aquilo no deserto, pois afinal, no Egito eles tinham carne, eles tinham roupas, eles tinham o que precisavam e agora no deserto tem que se contentar em ficar com a mesma roupa e comer maná, carne de codornizes e beber água de uma rocha, obedecer as ordens de Moisés e Araão. Isso não é vida de um filho de Deus! E por conta dessa atitude, dessa demonstração de coração cheio de soberba e orgulho morreram todos no deserto.
Já Jesus estava lá no deserto sendo tentando pelo diabo que procurava através de questionamentos convencê-lo de que Deus não era seu pai. Satanás quando incentiva Jesus a transformar a pedra em pão, ele simplesmente está fazendo com que Jesus veja que um pai nunca vai se alegrar em ver um filho seu passar fome tanto tempo. Mas Jesus responde na palavra, mas o diabo não se dá por vencido e na segunda tentação ele questiona novamente a paternidade de Deus dizendo para Jesus que a palavra do seu suposto pai diz que Ele(Deus) daria ordem a seus anjos para guardá-lo se por acaso ele tropeçasse, mostrando para Jesus que um pai de verdade nunca deixará seu filho cair e se machucar. Só que Jesus dá uma resposta na palavra mostrando sua posição e coração diante de Deus. E o diabo oferece a Jesus tudo o que julgava que Deus daria a Ele, mas sem o sofrimento que Deus propôs a Jesus, só que Ele mostrou a satanás que já tinha um Senhor e que não havia na vida dele espaço para outro senhor.
Vivemos tanto tempo servindo ao diabo que nos acostumamos às facilidades dele e achamos que Deus tem que nos dar facilidades também. Nos tornamos filhos ingratos que se sentem tão filhos e cheios de direitos que resolvemos colocar o pai contra a parede para exigir a herança que nos é de direito.
Em Lucas 15 vemos a parábola do filho pródigo e descobrimos dois filhos que tinham o coração de filhos ingratos, soberbos e orgulhosos, que mostraram com suas atitudes que não conheciam o pai. Para um aprender a dar valor ao seu pai, foi necessário sofrer pra entender que o pai tinha muito mais valor que a herança que ele tinha pra dar.
O primeiro filho volta com um coração de servo, após perder toda a herança que o pai lhe deu. Voltou com um coração humilde para com o pai, pronto e disposto a ser servo e não mais filho. Enquanto o outro filho questiona o pai pelo tratamento diferenciado e faz exigências também ao pai, mostrando que o que o pai pode dar é mais valioso pra ele do que o próprio pai.
Porque nosso coração muda com tanta facilidade com Deus? No principio com Deus o que mais importava pra nós era Ele, dizíamos que só Ele era o que nos importava, que só tínhamos Ele como nossa herança e que não tínhamos mais nada, mas o tempo passou e descobrimos que estar com Deus nos dá muitos direitos, ser filho de Deus nos dá muitos direitos e isso acaba por ensoberbecer muitos corações, desviando-os desse Deus gracioso. Acredito que foi nosso coração de servos gratos que fez com que Deus se apaixonasse por nós e nos adotasse como filhos. Esse coração servil é que não pode mudar.
De acordo com a Lei de Deus (Dt 15: 12-15, Ex 21:2-6)um escravo hebreu só podia ficar nessa condição durante 6 anos e no sétimo ano deveria ser liberto de graça, mas se esse servo decidisse abrir mão da sua liberdade para servi-lo pra sempre por amor, o servo tinha que ser levado diante de Deus e sua orelha seria furada com uma sovela e daí em diante esse servo serviria pra sempre a esse senhor, mas passava a ser considerado como filho e não mais um escravo comum.
Éramos escravos, Deus nos comprou dessa escravidão e nos deu a liberdade para fazermos com ela o que bem entendêssemos, mas por gratidão e amor, maravilhados por essa atitude dEle, pois afinal, não éramos povo, nem procurávamos por Ele, mas ele nos amou pela sua graça e por essa graça nos libertou, e por isso com o coração cheio de gratidão e humildade reconhecemos que somos dEle para sempre, não pelos benefícios que isso pode me dar, mas por Ele, tão somente por Ele.
Esse mundo pra nós hoje é um enorme e desgastante deserto que precisamos passar por ele para que possamos chegar na nossa Canaã Celestial, então por isso, não podemos morrer nesse deserto. E para que sobrevivamos a ele é necessário que tenhamos o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus.
Somos servos por gratidão e fomos adotados como filhos por graça e de graça. Por isso, seja um filho com um coração de servo, sejamos filhos a imagem e semelhança do Filho Primogênito de Deus.
Que a paz e a graça de Deus Pai reine sempre em nossas vidas.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Escravos da liberdade

segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Festa no Deserto: O deserto não é o nosso lar.

Deus ouviu o clamor por socorro daquele povo. Povo esse escolhido para ser seu, para sua glória entre as nações estava escravizado no Egito. E Deus envia um libertador, para retirá-los do Egito passar com eles pelo deserto a caminho de uma terra de descanso que manava leite e mel – Canaã. Mas antes de chegar nessa terra de descanso e delícias esse povo tinha que marcar sua peregrinação por esse deserto com uma festa para Deus.
O apóstolo Paulo escreve em sua carta aos romanos assim: “Mas nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos. Portanto cada um de nós agrade ao seu próximo no que é bom para edificação. Porque também Cristo não agradou a si mesmo, mas, como está escrito: Sobre mim caíram as injúrias dos que te injuriavam. Porque tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança.”Cap:1-4 – Ou seja, tudo que o povo de Israel passou no deserto, está escrito para que hoje nós venhamos aprender como nos comportarmos diante deste mundo tenebroso, que para nós hoje, não passa de um deserto. Onde temos que aprender a nos relacionar bem, a nos suportarmos em amor, a nos importarmos mais em agradar ao próximo do que a nós mesmos, até porque Jesus pagou tudo por nós, mas deixou uma dívida para nós pagarmos, que foi o amor uns pelos outros. Essa é a dívida que assumimos com Cristo em relação ao nosso próximo. E o maior desafio que temos hoje nas nossas vidas nessa peregrinação por esse mundo é marcá-la com festas para Deus. Mas que festa é essa? Que tipo de festa celebrarei para Deus? Você pode estar se fazendo esse tipo de pergunta, assim como há um pouco mais de dois anos atrás eu me fiz quando Deus me deu essa palavra para que eu vivesse. Mas prossiga junto comigo que você entenderá.
Esse povo foi tirado da escravidão imposta pelo Rei do Egito, assim como nós fomos resgatados da escravidão imposta pelo diabo deus deste mundo. Eles através de Moisés e nós através de Cristo. Moisés pré-figurava Jesus no antigo testamento, nosso Salvador e Libertador. Eles passaram a ter a consciência que agora teriam um lar, uma terra preparada pra eles prometida por Deus; nós, da mesma forma, tomamos consciência em Cristo que esse mundo aqui não tem mais nada a nos oferecer, porque nos foi revelado que temos um lar, uma terra preparada pra nós prometida por Deus em Jesus, portanto nossa visão a respeito desse mundo hoje tem que ser como quem se vê numa peregrinação por um deserto. Deserto não é lugar de moradia fixa, se fosse Deus mandaria aquele povo construir casas e não tendas! O deserto não é o nosso lar! Estamos só de passagem por esse deserto. E durante essa passagem vamos encontrar desafios, inimigos virão ao nosso encontro para impedir que cumpramos nossa viagem, vai haver desânimo, aparente escassez de mantimentos, dúvidas, cansaço, gigantes, frio, calor, medo, incerteza e muitas outras coisas que o deserto tentará provocar em nós para que venhamos a perder o alvo, o nosso principal objetivo – honrar a Deus.
A fé não nos isenta de dúvida, porque a dúvida é não saber se irá ver acontecer o que se deseja. Mas a fé não se baseia em saber se vai acontecer, mas sim em crer, sem ter base no ver, que vai acontecer. Fé é esperança e esperança que se vê não é esperança. Mas se esperamos em Cristo, podemos esperar com paciência porque Ele é Fiel e Justo para cumprir tudo o que prometeu. E é baseado nisso que esperamos a nossa chegada nesse lar que Ele preparou para nós. Mas antes temos que fazer festa para Deus no deserto. No evangelho segundo Lucas está escrito assim: “Digo-vos que assim haverá festa no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento...Assim vos digo que há festa diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.” Cap. 15: 7,10 - Ou seja, nossa peregrinação precisa ser marcada por isso, por pecadores arrependidos diante do Senhor, essa é a festa que Deus quer que promovamos no deserto para Ele.
Deus não quer que nos embaracemos com as coisas dessa vida desértica e que nem morramos nesse deserto. Ele quer nos receber, abrindo as portas do céu para nós entrarmos como fiéis. Não deixemos nossas dúvidas e anseios serem maiores que nossa fé e obediência assim como o povo de Israel fez. Façamos tendas e não casas no deserto, não se apegue ao deserto, não ame o deserto, não crie vínculos com o deserto, porque o deserto não é seu lar.
Guardemos firme a esperança de sermos recebidos por Cristo Jesus nas portas do céu como vitoriosos, para que possamos estar aptos por Ele e nEle a ouvirmos a esperada frase “Venham benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que lhes foi preparado desde a criação do mundo.”
Àquele que é Fiel e Justo para guardar o nosso depósito e cumprir tudo o que prometeu seja a honra, a glória, a força e o poder agora e para todo o sempre, pelos séculos dos séculos. Amém
Graça e Paz
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Tu me amas? Me prove!

quinta-feira, 5 de junho de 2008
Jesus em cada passo que dou.

